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| Direcção: Frei Luís de Oliveira | Lisboa, 18 de Junho de 2010 | Ano III | n.º 18 |
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Quem está cheio do Espírito Santo
fala várias línguas. Santo António de Lisboa, Sermões (I,226) |
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No passado 10 de Junho - dia de Portugal - a Família Franciscana Portuguesa rumou ao histórico Convento de Nossa Senhora da Arrábida, em Setúbal, para, em Fraternidade, celebrar a graça da comum vocação |
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A partir do desafio lançado pelos Superiores Maiores das Ordens e Congregações Franciscanas presentes em Portugal, a Direcção da Família Franciscana Portuguesa, em directa colaboração com o Centro de Franciscanismo, convocou os Franciscanos e Franciscanas de Portugal para, como família, viverem um dia de Capítulo, isto é, de fraterno encontro de oração e partilha.
Juntos admiraram a beleza da criação, luxuriosamente presente naquele recôndito da serra da Arrábida, cantaram os louvores de Deus, e deixaram-se embrenhar na história multissecular daquele espaço conventual de estrita observância. E juntos celebraram a Eucaristia, presidida pelo Presidente da Família Franciscana, Frei Vítor Melícias, concelebrada por todos os sacerdotes presentes, e animada pelas vozes e cantares de uma assembleia litúrgica tão ampla e multicultural como é o próprio franciscanismo.
E, depois de momento vespertino de oração, cada qual regressou a sua casa, com o coração abrasado pela riqueza desta experiência capitular, e com a certeza que, se Deus o permitir e os homens quiserem, voltarão a encontrar-se em Capítulo Itinerante das Esteiras, noutro tempo e noutro local, mas com o mesmo espírito de universal fraternidade que une aqueles que abraçam como forma de vida a vida a paz, a reconciliação e o bem. |
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A Igreja de Santo António à Sé (Lisboa), o Convento de Santo António de Varatojo (Torres Vedras) e o Convento de São Boaventura de Montariol (Braga) foram três fraternidades franciscanas em que se festejou o taumaturgo franciscano |
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Igreja de Santo António à Sé – Lisboa
Como preparação para a Festa, realizou-se a «Trezena de Santo António», este ano pregada pelo franciscano Frei Paulo Jorge Monteiro Ferreira. No domingo, 13 de Junho, houve Missa Solene, presidida pelo Núncio Apostólico em Portugal, Dom Rino Passigato, e, à tarde, Procissão com a imagem do Santo, presidida pelo Superior Maior dos Franciscanos (OFM) em Portugal, Frei Vítor Melícias, com Sermão à gesta do padroeiro.
Varatojo celebra o seu Santo Padroeiro em verdadeiro júbilo. À festa popular dos arraiais – este ano com a particularidade de ter realizado inovador concerto de música alternativa «Varatojo Rocks 2010» – e às venerações populares realizadas no «nicho» de Santo António, junta-se a serena tranquilidade do pulsar do Convento de Santo António Varatojo, berço da Província Portuguesa da Ordem Franciscana e seu lugar de Noviciado. Para lá das devoções antonianas que, semana a semana, pautam a vida dos franciscanos que lá habitam, a Festa de Santo António deste ano contou com a celebração de Solene Eucaristia, com Sermão pelo franciscano Frei Domingos do Casal Martins, na manhã do 13 de Junho, e com participada Procissão, na tarde desse mesmo dia. Presidiu à Eucaristia e Procissão, o Guardião do Convento de Varatojo, Frei António Marques de Castro.
O Convento Franciscano de Montariol celebrou o dia dedicado a Santo António com um programa festivo variado, onde se destacou a distribuição do «Pão de Santo António». «Mais do que pão para comer, para matar a fome, este pão que aqui distribuímos é simbólico. Não é o pão em si, mas o que ele representa, o pão que Deus nos oferece através daquilo que Ele é», afirmou o Guardião do Convento, Frei José Pinto, aos fiéis que encheram a igreja conventual. Este ano foram distribuídos cerca de mil pequenos pães. A Eucaristia solene foi precedida por Procissão que saiu da capela Senhor do Alecrim e percorreu as ruas afectas ao Convento. A festa contemplou ainda um almoço convívio, na mata do Convento, que foi bastante participado pela comunidade. Já a tarde foi preenchida ao som da música do grupo «Star» e com muitos jogos tradicionais. |
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Mais de 3,5 milhões de euros é quanto deverá custar «O Poverello», centro de cuidados continuados integrados que a Fundação Franciscana «Domus Fraternitas» conta inaugurar em Fevereiro de 2011, em Montariol |
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As obras desta unidade com capacidade para 58 camas receberam, no passado dia 05 de Junho, a visita da Ministra da Saúde, que elogiou o trabalho que está a ser feito pela Província Portuguesa da Ordem Franciscana, em especial a preocupação revelada em acolher os doentes de sida, «disponibilidade difícil de encontrar» noutros locais.
A governante sublinhou a «qualidade» do edifício e o espaço onde está implantado, que tem as condições ideais para proporcionar a recuperação ou melhorar a qualidade de vida de quem está em fase terminal ou a atravessar um momento delicado. «Braga e a região Norte vão ficar com recursos de grande qualidade na área da saúde», afirmou. O Provincial dos Franciscanos destacou, por seu turno, que a obra resulta da convergência de vontades e de capacidades da Igreja, do Estado e da sociedade civil. Vítor Melícias lembrou que há uma década que luta a nível interno e até europeu pelo estabelecimento de vários tipos de parcerias, desde público-privadas até entre vários sectores da sociedade, defendendo que este é «um caminho no qual não podem ser dados passos atrás». Este responsável encarou a presença de Ana Jorge como «um estímulo importante» e como «garantia do apoio do Estado para o projecto».Saber mais |
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Frei Bruno Peixoto, movido pela vontade de ser franciscano e tendo cumprido o tempo de formação religiosa e académica, exigido por norma, vai fazer o seu compromisso solene pelo qual fica definitivamente incorporado na Ordem Franciscana (Ordem dos Frades Menores) |
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O acontecimento será no próximo dia 26 do presente mês de Junho, durante a celebração da Eucaristia, às 12h00, na Capela de Nossa Senhora dos Anjos, no Porto (Rua dos Braga 321), presidida pelo Superior Provincial, Frei Vítor Melícias. Apontamentos Biográficos Frei Bruno Andrade Peixoto, filho de Serafim Andrade Peixoto e de Alice da Conceição Andrade Peixoto, nasceu no dia 14 de Janeiro de 1983, na Freguesia de Praia do Norte, Ilha do Faial, Açores. Foi baptizado na Igreja Paroquial de Nossa Senhora das Dores, Praia do Norte, Faial, Açores, no dia 27 de Fevereiro de 1983, tendo recebido o Sacramento do Crisma no dia 06 de Junho de 2000, na Igreja Jubilar do Faial, Matriz da Horta. Ingressou na Província Portuguesa da Ordem Franciscana no ano 2002, e depois do tempo de Postulantado e de Noviciado, fez os seus primeiros votos religiosos no ano de 2004. Desde então, aluno da Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa, concluiu o Mestrado Integrado em Teologia, no ano de 2009. Na sequência da sua formação específica franciscana, presentemente frequenta a Escola Superior de Estudos Franciscanos, em Espanha, onde aprofunda os seus conhecimentos de história e espiritualidade franciscana, sabendo que o franciscanismo pode contribuir para uma compreensão da religião como serviço aos homens. Com efeito, as palavras de Jesus sobre o culto agradável a Deus são claríssimas: «os verdadeiros adoradores adorarão em espírito e em verdade», e esta adoração supõe o amor aos irmãos e o seu serviço. Este serviço aos homens, especialmente aos pobres, torna-se extensível a toda a natureza. A partir da Profissão Solene, integrará a equipa provincial de Pastoral Juvernil Vocacional, em Leiria. |
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Em ambiente de franciscana alegria, decorreu, nos dias 07, 08 e 09 de Maio, no Convento de São Francisco, em Leiria, o VIII Congresso da Juventude Franciscana Portuguesa |
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Convocados pelo tema, 39º 44' 29.52''N 8º 48' 41.54''W CAMINHA! proposto, após uma preparação vivencial de oito meses, pela Comissão Organizadora do Congresso, os jovens da Juventude Franciscana Portuguesa, e outros jovens que procuram conhecer melhor a espiritualidade franciscana, reuniram-se em Congresso, em Leiria.
O Congresso contou, ainda, com a presença do Dom António Marto, Bispo da Diocese de Leiria-Fátima, que proferiu palavras de incentivo aos jovens franciscanos na oração de Sábado à noite na Igreja de São Francisco, e do Frei Vítor José Melícias Lopes, presidente da Família Franciscana Portuguesa, que se congratulou com a jovial alegria dos jovens ali presentes, quer na referida oração, bem como na Eucaristia de encerramento a que presidiu, no seguinte dia, na Igreja do Convento de São Francisco de Leiria. |
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A Província Portuguesa da Ordem Franciscana (OFM), em comunhão com a Ordem Franciscana Secular de Portugal (OFS), celebrará no próximo dia 20 de Junho a memória do Cônsul Aristides de Sousa Mendes, humanista e franciscano secular |
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Lembramos que o «Dia da Consciência» marca o longínquo 17 de Junho de 1940, data em que, o então Cônsul Português em Bordéus, decidiu, por imperativo de consciência, e contrariando a vontade expressa do governo, conceder visto português a toda e qualquer pessoa que o requeresse, independentemente da raça, cor, credo ou nacionalidade. Com esta abnegada acção, manifestação inequívoca da prioridade absoluta do imperativo moral sobre os valores políticos e do estado, Aristides de Sousa Mendes salvou mais de 30 mil pessoas, e, descurando a sua própria segurança e futuro, inspirou tantos outros – como Wallenberg, Schindler ou Lutz – a demonstrarem altruísmo face à barbárie. Regressado à terra pátria, afastado compulsivamente, e sem direito a reforma, da vida diplomática, proibido de exercer o direito, obrigado a vender os bens que possuía, faleceu, a 03 de Abril de 1954, entre os seus, no Hospital da Ordem Terceira, em Lisboa, viúvo e longe dos filhos que, graças à comunidade judaica de Portugal, tinham emigrado para os Estados Unidos. Entretanto reabilitado, foi condecorado com a Ordem da Liberdade, e é mundialmente celebrado como símbolo dos valores da consciência e do humanismo. |
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No dia seguinte, pelas 09h30, foi celebrada a Missa de corpo presente, na Igreja do Convento, depois da qual o féretro seguiu para Jou (Murça, Vila Real), terra natal de Frei João Magalhães, onde foram celebradas as exéquias e em cujo cemitério ficou sepultado. Os seus confrades, familiares e amigos, manifestam o apreço pela sua grandeza de coração e pela firmeza da sua fé, nos serviços prestados, nos talentos revelados, na relação afável com que testemunhou o seu ser franciscano. Apontamentos Biográficos Frei João Magalhães Gonçalves nasceu em Jou, Murça, a 04 de Março 1939, filho de José Maria Gonçalves e de Teresa de Jesus Magalhães, tomou hábito no Convento de Santo António de Varatojo a 14 de Agosto de 1955 e ali emitiu os votos simples ou temporários a 15 de Agosto do ano seguinte. Professou solenemente a 08 de Dezembro de 1960 e foi ordenado sacerdote a 15 de Agosto de 1963. Após a ordenação sacerdotal, trabalhou dez meses em Lisboa. Convidado a ir para a Missão da Guiné-Bissau, como secretário da Prefeitura Apostólica, chegou a Bissau a 15 de Julho de 1964. Convencido de que não era aquela a sua vocação, regressou a Portugal a 04 de Janeiro de 1965. Foi a seguir como Capelão Militar para Angola, por apenas oito meses, até 21 de Janeiro de 1966. Depois de oito meses em Penafiel, movido pelo chamamento da Missão, parte para Moçambique. Chega à Beira a 14 de Dezembro de 1967 onde exerce os encargos de coadjutor da paróquia, chefe de produção da «Rádio Pax», director do semanário «O Domingo» e de encarregado do internato. De 1973 a 1976 está em Vila Pery (Chimoio) como professor do Seminário de Santo António. Com a independência do território em meados de 1975, passa para o ensino público e lecciona na «Escola de Regentes Agrícolas», na «Escola Joaquim Mara» e na «Escola Baltazar Rebelo de Sousa». Regressado a Portugal a 30 de Dezembro de 1976, obtém a licenciatura em Filologia Clássica e concorre ao ensino oficial, iniciando no «Liceu Eça de Queiroz» da Póvoa de Varzim (01 de Março de 1977) e prosseguido no «Liceu Camilo Castelo Branco» de Vila Real (Outubro 1977), no «Liceu Bocage» de Setúbal (1979), na «Escola Secundária Rodrigues Lobo» de Leiria (1986) e na «Escola Secundária de Sebastião da Gama» de Setúbal (1987). Passou a professor efectivo a 08 de Agosto de 1984. Reformou-se do ensino em 2005. Espírito amante das letras, publicou artigos avulsos em jornais e revistas. Publicou em Setúbal, no ano de 2009, o livro de poesia «À Flor do Verso». |
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As exéquias fúnebres celebraram-se no dia 09 de Junho, pelas 14H30, na igreja do Convento da Imaculada Conceição, Lisboa, indo a sepultar no Cemitério do Prazeres, em Lisboa. Presentes, além da família, muitos Irmãos de Profissão, representantes de várias Congregações religiosas com quem mantinha particular relação, do Movimento Esperança e Vida, ao qual dedicou muito do seu saber, e professores, funcionários, alunos e antigos alunos do Externato da Luz. Apontamentos Biográficos Frei Joaquim Gonçalves Lourenço, nasceu a 13 de Fevereiro de 1938 na Freixianda, concelho de Ourém, distrito de Santarém, diocese de Leiria-Fátima, filho de Manuel Lourenço e Júlia de Jesus. No Colégio Seráfico de Montariol (Braga) fez os estudos em humanidades, findos os quais, vestiu o burel franciscano a 14 de Agosto de 1953. Professou de votos simples na Ordem dos Frades Menores a 15 de Agosto de 1954, e de votos solenes a 14 de Fevereiro de 1959. Foi ordenado sacerdote a 16 de Julho de 1961. Concluído o seu curriculum formativo, serviu o Colégio de Montariol (Braga) como Professor e Vice-Prefeito de 1961 a 1966. Em 1967 foi Mestre de Coro no Convento de Santo António de Varatojo (Torres Vedras), até que foi como missionário para Moçambique em Outubro desse mesmo ano. Colocado no Seminário de Amatongas, foi Professor até 1971. A seguir, acumulou as tarefas de Professor, no Seminário de Vila Pery (Chimoio), e de Coadjutor da Paróquia. Em 1975, devido à saída dos Padres Brancos, passou a dar assistência à Missão da Gorongosa, situada em plena zona de guerra, a 150 quilómetros de distância. Para lá se deslocava todos os fins-de-semana. Neste serviço, a 15 de Novembro de 1975, perto do Dondo, teve um gravíssimo acidente de viação, de que resultou o seu retorno definitivo a Portugal a 25 de Junho de 1976. Regressado a Portugal, integrou a Fraternidade do Convento da Imaculada Conceição, em Lisboa, dedicando-se, de alma e coração, ao Externato da Luz, onde foi Professor e Vice-Director, para além das actividades pastorais, principalmente nas Paróquias de São Lourenço, em Carnide, e da Sagrada Família, na Pontinha, até que deu entrada na Enfermaria Provincial, em Lisboa, por razões de saúde. |
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No dia 19 de Maio de 2010, na presença do Ministro Geral da Ordem dos Frades Menores (Franciscanos), do seu Definitório, e de numerosos convidados, foi inaugurada, em Roma, após profundas obras de requalificação, a «Mesa do Pobre: Santo António». Esteve também presente o Superior Provincial da Bélgica, Frei Bob Van Laer, entidade que financiou esta reconstrução |
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Durante os trabalhos foi constituída a Associação «Obras Antonianas de Voluntariado» para a sua administração. Até agora, aderiram onze voluntários, que, ajudados por Frei Antonino Clemenza, vão gerir e servir esta obra de caridade. De cariz franciscano, aberto a todos os necessitados, este é o único serviço na cidade de Roma que não pede documentos aos que o utilizam, pois, como diz o Evangelho: «Recebestes de graça, dai de graça» (Mateus 10, 8b) |
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A Ordem dos Frades Menores (Franciscanos), confirmou, por mais um triénio, Frei Pierbattista Pizzaballa, como Custódio da Terra Santa. Frei Pierbattista é, desde 02 de Junho de 2004, o 165.º Custódio da Terra Santa |
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A Custódia da Terra Santa é servida, em nome da Igreja, há mais de sete séculos, pelos filhos de São Francisco. Esta Missão recebeu desde tempos antigos o nome da «Custódia da Terra Santa» e os Franciscanos de hoje, como os de ontem, continuam esse serviço, fiéis à condição de missionários e profetas de reconciliação e da paz. Em Portugal existe um Comissariado, com sede no Largo da Luz, 11, em Lisboa, com a missão de promover o conhecimento, o interesse e a devoção aos Lugares Santos. Também faz parte do seu trabalho angariar subsídios para incrementar a actividade apostólica e a promoção das obras da Terra Santa e organizar peregrinações e iniciativas que promovam a formação bíblica, teológica e espiritual dos fiéis. O Comissário da Terra Santa, em Portugal, é Frei José Miguel Fragoso de Castro Loureiro. |
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Em 1982, Frei Dionysius Mintoff foi um dos dois Franciscanos que sonhou trabalhar nas Nações Unidas em favor da justiça e da paz. Hoje, ao receber o primeiro Prémio de Defesa dos Direitos Humanos, atribuído pela Franciscans International, afirma que «ninguém melhor que os Franciscanos pode ajudar na promoção da paz» |
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A cerimónia decorreu no escritório de Genebra, Suíça, da Franciscans International, e pretendeu homenagear o co-fundador desta organização pela «paixão de uma vida» na defesa universal dos direitos humanos. Longe vai 1983, ano em que Frei Dionysius ajudou a fundar a Franciscans International e, seguindo o exemplo de São Francisco de Assis, dedicou todos os esforços em favor dos vulneráveis, dos esquecidos e dos perseguidos deste mundo.
E lançou novo repto à organização que fundou: «Não podeis parar por aqui; há que olhar para novos desafios. Temos de ser mais activos onde há sofrimento e problemas. Ide à minorias, trazei-as de volta à sociedade e restituí-lhes a sua dignidade». Frei Dionysius tem 82 anos de idade e trabalha, actualmente, com os refugiados no centro Peace Laboratory, em Malta. |
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