Um sinal de esperança e de paz

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Naquela manhã do dia 27 de Outubro de 1986, quando o Santo Padre João Paulo II dava as boas-vindas aos representantes de todas as famílias religiosas reunidos na Porciúncula (Basílica de Santa Maria dos Anjos), surgiu no céu de Assis um esplêndido e auspicioso Arco-Íris, no qual todos viram um sinal de esperança e de paz. Pela primeira vez na história e a convite de um papa, os representantes das diversas igrejas, comunidades cristãs e grandes religiões do mundo se reuniram num mesmo lugar par rezarem e jejuarem pela paz.

Celebramos neste ano de 2011, no mês de Outubro, os 25 anos desse acontecimento profético de Assis que se transformou num ícone de paz e de esperança para a humanidade.

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A EXPERIÊNCIA DE «FRATER FRANCISCUS»

farterfranciscusTrês projetos de vida, uma pessoa! O pai queria que o filho fosse rico comerciante. A sociedade do seu tempo seduzia-o a ser glorioso cavaleiro. Deus chama-o a viver na sequela de Cristo, pobre e crucificado.

O itinerário de Francisco começa aqui, por detrás do balcão da loja das “vaidades do mundo”, às quais o seu pai, Pedro Bernardone, um dia, tentou, por palavras ou à pancada, reconduzi-lo [1].

Parecia, num primeiro momento, que este seria o seu projeto natural: ocupar o seu lugar na empresa comercial do pai, seguir o exemplo paterno, “comerciante sagaz e ambicioso”, que teria sido o artífice da fortuna familiar [2].

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Cristo e Francisco...

altA figura de «Nosso Senhor Jesus Cristo» é a chave para compreender todo o percurso de S. Francisco, bem como de todos os santos. O santo de Assis não teria sido o que foi, não teria feito o que fez, se Cristo não estivesse presente, operante, como amigo e companheiro.

O agir de Francisco não é filantropia, cálculo, programa; o agir do santo é Fé, adesão de todo o coração à Pessoa de «O Senhor». Sendo certo que o seu amor a todos os homens e a todas as criaturas, o ponderar do seu atuar e do todo da sua vida, o plano muito concreto e evangélico de vida, o seu ser e o seu trabalho são fé, expressão de fé, um abandono e confiança total n´Aquele que por nós morreu e ressuscitou. A primeira preocupação de Francisco não é o homem, a natureza, a Igreja ou ele mesmo; a primeira preocupação de Francisco é Cristo. Ele é o centro e por Ele chega a tudo o mais, aos homens seus irmãos, à obra da criação, à Igreja, e a ele mesmo. A razão do agir de Francisco é Cristo que o leva ao Pai, que lhe alarga os horizontes, rompe o tempo e o lugar, faz brotar desejos de eternidade e de a todo o lugar chegar para levar a boa nova, inclusive o desejo de se encontrar com o Sultão. É o Senhor o eixo à volta do qual tudo em Francisco gira, é a referência constante para agir, pensar, viver. É Ele o modelo supremo a imitar. Tanto assim que foi chamado «alter Christus» outro Cristo, tanto mais ele mesmo quanto mais próximo de Cristo.

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João Duns Escoto - Mestre de ontem e de hoje

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A Pontifícia Universidade «Antonianum» celebrou, em solene ato académico, no dia 09 de novembro, a memória do Beato João Duns Escoto. Presidiu o Ministro Geral da Ordem dos Frades Menores, Frei José Rodríguez Carballo, que, a propósito, proferiu, a seguinte alocução:

 

1. Congrega-nos, um ano mais, a memória do Doctor Subtil, o Beato João Duns Escoto, o «Doutor da Ordem», o «Doutor Subtil», o «Doutor Mariano», nomes pelos quais é conhecido este filho ilustre do Poverello e eminente representante da chamada «Escola Franciscana».

Permitam-me que situe convenientemente este nosso Irmão que, nas palavras de João Paulo II à nossa Comissão Escotista Internacional, depois de séculos «é ainda hoje um dos pilares da teologia católica, um Mestre original, rico em ideias e provocações para o conhecimento sempre mais completo das verdades da fé»[1].

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Cimeira dos Animais do Presépio

altOs animais do presépio resolveram reunir-se, mais uma vez, na habitual “cimeira do presépio” para celebrar 2009 anos de serviço assíduo como figurantes no cenário da noite de Belém.

Depois de terem acordado que seria o galo a moderar o encontro, este mesmo começou por saudar todos presentes, recordando a singular hora que era para todos o facto de o Rei dos Reis ter nascido entre os animais que, mais uma vez, se reuniam no presépio, para celebrar a noite mais importante das suas vidas. Logo de seguida, exortou a que cada um falasse da sua experiência naquela noite e do que resta desse acontecimento em nossos dias.

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Bento XVI: Catequese sobre Sta. Clara de Assis

altNo dia 15 de setembro, o Santo Padre Bento XVI, dedicou a sua catequese à figura de Santa Clara de Assis, fundadora da ordem religiosa com o mesmo nome: Ordem de Santa Clara ou, simplesmente, Clarissas.

Queridos irmãos e irmãs, uma das Santas mais amadas é, sem dúvida, Santa Clara de Assis, que viveu no século XIII, contemporânea de São Francisco. O seu testemunho mostra-nos o quanto toda a Igreja é devedora a mulheres corajosas e cheias de fé como ela, capazes de dar um decisivo impulso para a renovação da Igreja.

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Bento XVI – Catequese sobre a Beata Ângela de Foligno

altNo dia 13 de outubro o Santo Padre, Bento XVI, dedicou a sua Catequese à figura da Beata Ângela de Foligno (1248-1309). Esta mística franciscana, professa da Terceira Ordem, explanou em seus escritos uma verdadeira «teologia da Cruz».

Queridos irmãos e irmãs:

Hoje gostaria de vos falar da Beata Ângela de Foligno, uma grande mística que viveu no século XIII. Geralmente, as pessoas fascinam-se com os momentos culminantes da experiência de união com Deus que ela alcançou, mas talvez percebam pouco os seus primeiros passos, a sua conversão e o longo caminho que a conduziu do ponto de partida, o «grande temor ao inferno», até à sua meta, a união total com a Trindade.

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Bento XVI: Catequese sobre Santa Isabel da Hungria

altQueridos irmãos e irmãs:

Gostaria, hoje, de vos falar sobre uma das mulheres da Idade Média que maior admiração suscitou : Santa Isabel da Hungria, também chamada  de Isabel de Turíngia.

Nasceu  em 1207, na Hungria. Os historiadores discutem onde. Seu pai era André II, rico e poderoso rei da Hungria, o qual, para reforçar seus vínculos políticos, tinha-se casado com a condessa alemã Gertrudes de Andechs-Merania, irmã de Santa Edwiges, que era esposa do duque de Silésia.

Isabel viveu na corte húngara somente nos primeiros quatro anos da sua infância, junto com uma irmã e três irmãos. Ela gostava de música, de dança e de jogos; recitava com fidelidade as suas orações e mostrava  particular atenção aos pobres, a quem ajudava com uma boa palavra ou com um gesto afetuoso.

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Espiritualidade Franciscana

ITINERARIUM - 200º número

Ordenação Sacerdotal de Frei Nicolás Almeida, ofm

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